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Letras de músicas - letra de música - letra da música - letras e cifras - letras traduzidas - letra traduzida - lyrics - paroles - lyric - canciones - MENOS UM IRMãO CHEGA DISSO - NDEE NALDINHO - música e letra

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Menos Um Irmão Chega Disso letra


Puxa o revolver
Nada disso
Puxa o revolver
Nada disso
Armas e tudo
Futuramante
Se tranformarão e matarão muita gente

Gente fina quem é hoje vai virar ladrão no futuro
Acontecerá o absurdo e você
Viverá na zona e brigando por ela
Acabará se a sorte totalmente livre para a morte e o
Perigo a violência e o medo levará a sua vida e fará o
Desejo da humanidade procurando o perigo
E sem medo do que eu digo
Vivera o destino de novo
De uma vez o mundo se afundar de novo
E pode ser mentira isso
Pode ser mentira isso

Se a gente der um jeito de acabar com isso
De assalto a família, a mão armada, de matar um irmão
Que deve nada
Então vê se leva o meu conselho
Porque eu não quero ver um rio vermelho
De sangue pela ignorancia dos inventores que não
Querem dar um chega
De tantas armas invadindo o nosso mundo
Aos inventores eu digo
Oh vagabundo

Eu não me vendo pra essa merda
De humanidade irresponsavel
Se for matar eu digo não
Eu não me vendo eu não mato irmão
E você faz o quê?
Você não é legal
Amizade se liga
E me desculpe eu devo a sua vida
Meu irmão você não pode viver dizendo o quê?
Puxe o revolver

É incompetencia e tanta ignorancia da nossa patria, e
Você não cansa
O mundo vive na fome
Chorando nela e os inventores procurando cena
Em agonia pra sofisticar as armas fazendo a gente de merda
E os otários da invenção são todos eles aliados ao pacto do cão
São o cão e aliadiados fazendo a merda e o camburão
Falando forte e eu repito que é merda
E quero que eles não se metam a besta de me calarem
E só pensar em fazer a violência até destruir a terra

Eo vou dizer: Chega disso, menos um irmão chega disso
O mundo ouve e não me cale ou do contrário
O futuro será assim desumano
Andará aceitando o dedo e cada vez mais é violento e sem medo
A droga dessa vida banal de mão armada fazendo a merda
E a gente vê o camburão não leva um cara culpado e sim o inocente irmão
E perguntando com sua calibre doze na cara do coitado
E se ele não responde dá na cara de um irmão a violência

Então as armas serviram para nossa vingança na cara do
Safado que inventa e não cansa da violência sofisticada
E o pior não acabara essa dor
E as armas para o mundo
Só trarão o absurdo
A baixo ao safado
Inventor, vagabundo

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